Quanto ao regime tributário, é necessário definir a forma de tributação. Isso é, questionar se o cliente quer resgatar todo o valor de uma só vez, ou receber uma renda mensal após alguns anos.

A diferença é a forma de cobrança do imposto de renda. Ou seja, caso opte pela Regressiva, a alíquota inicial é de 35%, nos 2 primeiros anos, podendo regredir até 10%, quando atingir 10 anos. Esta tributação é passível de dedução fiscal na declaração do Imposto de Renda. Já a Progressiva é, atualmente, a mesma que determina a alíquota do imposto de renda sobre o seu salário, com percentuais que variam de zero a 27,5%. Esta tributação também é passível de dedução fiscal na declaração do Imposto de Renda. É possível fazer alterações somente até o último dia útil do mês subsequente à contratação, e apenas de Progressiva para Regressiva.

Em ambos os casos, a base de cálculo para IR é sobre o valor resgatado quando for um PGBL, e sobre os rendimentos quando se tratar de um VGBL.

Qual regime de tributação escolher?

Se o investimento for feito por um prazo maior que 10 anos, valerá a pena ser pelo regime regressivo, pois a alíquota seria de 10%, menor que os 15% mínimo do regime progressivo. 

Caso o resgate seja feito por um prazo menor que 10 anos, o regime a escolher dependerá da alíquota de IR esperada para o momento de resgate.

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